28 fevereiro 2013

Mesmo com manutenção dos pedágios, comissão mantém mobilização para a próxima semana em Carazinho

Apesar de a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ter concedido, na tarde desta quarta-feira, à empresa Coviplan o direito de explorar a praça de pedágio de Carazinho até 28 de dezembro, as atividades festivas previstas para ocorrer na próxima semana, quando o governo estadual planejava celebrar o levantamento das cancelas, estão mantidas. Saiba mais: > Concessionária obtém direito de explorar pedágio até o final do ano O Piratini, após análise de cláusulas, havia determinado o término do contrato do polo de Carazinho na virada entre os dias 6 e 7 de março. No entanto, a Coviplan obteve vitória judicial ao fazer prevalecer o dia 28 de dezembro como a data de finalização dos contratos. Trata-se de um mecanismo para assegurar a possibilidade de ressarcimento por possíveis danos sofridos pela Coviplan na execução do contrato. A empresa cobra indenização de R$ 23,5 milhões do Estado. A comissão de mobilização pelo fim do polo de pedágio de Carazinho, coordenada peloa deputado estadual Edegar Pretto, anunciou que estará no local a partir da próxima terça-feira com caminhão de som, palanques, acampamentos, bandeiras, faixas e foguetes. Mesmo que não seja para festejar o levantamento das cancelas, o intuito do grupo será protestar contra a decisão judicial e o modelo de pedágios. — A informação que eu tenho é de que o governo vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Esperemos que seja um ato comemorativo. Mas, se nao for para comemorar, vai ser um ato de protesto contra a decisão — explicou o deputado estadual Edegar Pretto (PT). O Piratini também resolveu manter a audiência pública do Conselho marcada para a próxima terça-feira, em Carazinho. O objetivo é discutir o futuro das estradas. Como nas quatro praças do polo de Carazinho constam somente estradas federais, elas voltarão a ficar sob responsabilidade da União, que anunciou a decisão de não cobrar pedágio ao menos inicialmente. Na manhã de quinta-feira, 7 de março, o governador Tarso Genro e o ministro dos Transportes, Paulo Passos, participariam de um ato simbólico de levantamento das cancelas. Com a decisão da Justiça, a intenção acaba frustrada. Fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br

PEDÁGIO: RIO GRANDE DO SUL.Governo Encerra Contrato mais a Justiça...

Justiça Federal mantém contrato de concessão de pedágio no RS O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu nesta quarta-feira (27) que o contrato de concessão firmado entre o governo do Rio Grande do Sul e a concessionária Coviplan deve ser mantido até o dia 28 de dezembro. Esta é a data do julgamento da ação, que corre na 4ª Vara Federal de Porto Alegre. A empresa é responsável pelo pedágio da BR-285, entre Carazinho e Panambi, no noroeste do estado. A decisão modificou liminar do dia 4, que garantia o encerramento do contrato na primeira semana de março. A ação que pede o adiamento do fim do contrato do polo foi movida pela Coviplan contra o estado, a União, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com o argumento de que os órgãos descumpriram disposições contratuais. A concessionária aponta problemas como surgimento de rotas de fuga ao longo dos trechos concedidos, falta de concessão de reajustes contratuais, redução unilateral de tarifas de pedágio em até 28% e criação de isenções tarifárias para determinados veículos sem previsão no contrato. A indenização pedida pela Coviplan é de mais de R$ 23 milhões, além da manutenção do vínculo contratual até o final do ano como garantia. Fonte: G1: RS.

25 fevereiro 2013

MPF vai avaliar aumento no valor do pedágio entre Curitiba e Florianópolis


O Ministério Público Federal está de olho no amento no valor do pedágio e nas obras de melhorias e contratuais da BR-101, entre os trechos de Curitiba e Florianópolis. O aumento de 20% anunciado esta semana e que passa a valer a partir de sexta-feira (21) é considerado legal. Mas o questionamento feito pelo MPF é se o que está no contrato vem sendo cumprido.
A passagem será de R$ 1,70 para carros. Segundo o procurador Mário Sérgio Ghannage Barbosa, se o MPF constatar que as ações estipuladas não foram cumpridas, não está descartado o pedido de revisão tarifária para menos. Ou seja, será exigido um valor de reajuste menor.
Por enquanto, o aumento previsto para entrar em vigor na sexta-feira será mantido. Por meio de nota oficial, a empresa disse que o aumento anual está previsto em contrato assinado entre a Autopista Litoral Sul e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terretres).
Publicado em 20/02-17:43 por: Josi Tromm Geisler. 
Atualizado em 25/02-17:02

22 fevereiro 2013

'Por Amor a Londrina' questiona cobrança de pedágio


O movimento popular contra a corrupção "Por Amor a Londrina" irá formar um grupo regional para discutir a cobrança de pedágio nas rodovias do Norte do Paraná. A primeira reunião será realizada na próxima segunda-feira (25), às 18h30, na Catedral de Londrina. O encontro é aberto para a participação da comunidade.

O movimento cobra mais transparência das concessionárias e queda nas valores das tarifas. "Nós vamos iniciar essa discussão em razão de reivindicações de diversas lideranças e dos cidadãos, que estão indignados com o pedágio", disse o advogado Jorge Custódio, integrante do movimento popular, em entrevista à rádio Paiquerê AM. Ele lembrou que o "Pedagiômetro", ferramenta atualizada a cada segundo pelo Fórum Nacional do Pedágio, já está com arrecadação em quase R$ 1 bilhão neste ano.

"Recentemente, nós vimos na imprensa que existe um dossiê que está circulando na Assembleia Legislativa a respeito da situação do pedágio no Paraná. Então, nós estamos solicitando uma cópia deste documento em Curitiba para a próxima reunião", informou.

O advogado ainda lembrou que existem várias teses e estudos que apontam a inconstitucionalidade do pedágio. (Com informações da rádio Paiquerê AM)

Tarifa do pedágio de Gramado passará para R$ 8,30


O valor da tarifa do Polo Rodoviário de Gramado passará de R$ 7,90 para R$ 8,30. A decisão foi tomada na tarde desta quinta-feira pelo Conselho Superior da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (Agergs), por três votos a dois. 

O órgão tinha a opção de manter o preço antigo e ampliar o tempo de concessão para compensar perdas alegadas pela concessionária. A dupla de conselheiros que teve votos vencidos não queria nehhuma das opções.A Brita Rodovias reivindicava reajuste de R$ 3,50 ou a manutenção do preço atual com aumento do prazo do contrato em cinco meses. 

O término da concessão está previsto para maio. O reajuste foi levado para apreciação ao Conselho Superior da Agergs depois que a Brita Rodovias ganhou na Justiça uma ação de reembolso contra o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) por ter reconstruído parte da ERS 115, em 2011, obra que não estava prevista no contrato de concessão.

O custo da reconstrução ultrapassou os R$ 1,1 milhão, segundo a agência. O aumento conquistado hoje garante mais R$ 400 mil para a empresa até maio, quando deixa de administra o polo de Gramado. O valor fixado nesta tarde também foi inferior ao sugerido pelo Daer, que era de R$ 9,50. A decisão será publicada no Diário Oficial do Estado e o aumento deve entrar em vigor já na próxima semana.


Fonte: Lucas Rivas / Rádio Guaíba

13 fevereiro 2013

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL PARA ALTERAÇÃO DO NOME DO FÓRUM E REFORMULAÇÃO DO ESTATUTO


                                                                                  
                                                                                  Curitiba, 13 de fevereiro de 2013



EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL PARA ALTERAÇÃO  DO NOME DO FÓRUM E REFORMULAÇÃO DO ESTATUTO





O Coordenador Geral do Fórum Nacional Contra o Pedágio, abaixo assinado, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONVOCA todos os membros dessa entidade a comparecer na Assembléia Geral a ser realizada no dia 25 de fevereiro de 2013, com primeira convocação às 17h, com a segunda convocação após 30 minutos, na Rua Nilo Cairo, 450, Centro, nesta Capital,


Com a seguinte pauta:

  1. Mudança no nome do Fórum
  2. Alteração no Estatuto da Entidade.









Acir Pepes Mezzadri
Coordenador Geral



05 fevereiro 2013

PGE derruba liminar que estenderia concessão do polo de pedágio de Carazinho

A Procuradoria-Geral do Estado conseguiu no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) suspender a liminar que estendia a concessão das estradas do polo de Carazinho à empresa Coviplan até 28 de dezembro. O relator Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz afirmou que a decisão de 1º grau acabou por prorrogar, indevidamente, os contratos de concessão, o que não encontra amparo no entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça (STJ).Em 24 de julho do ano passado, o governo notificou extrajudicialmente as concessionárias do final dos contratos dos pedágios firmados com o Estado, por meio do Programa Estadual de Concessões Rodoviárias (PECR).

A nota técnica elaborada pela Procuradoria-Geral do Estado analisou a contratualidade dos sete polos que compõem o PECR e definiu o termo final dos contratos de concessão de rodovias do Estado.O entendimento foi ratificado pela Agergs em resolução de final de 2012. Desta decisão não cabe recurso, e se aguardará o julgamento do mérito da ação.Em 22 de janeiro, o governador Tarso Genro anunciou o calendário de encerramento das concessões dos pedágios nas estradas e as datas previstas para as audiências públicas em cada um dos polos.

Pelo calendário, a concessão do pedágio de Carazinho, no Alto Jacuí, seria a primeira a fechar, em 6 de março. Esta previsão, portanto, segue valendo.


Fonte: Correio do Povo





04 fevereiro 2013

O Governo tenta mais...

Liminar garante funcionamento de pedágio de Carazinho até dezembro.

A primeira decisão judicial envolvendo o encerramento dos contratos de concessão dos pólos de pedágio do Rio Grande do Sul. A Justiça Federal concedeu liminar à COVIPLAN, responsável pelo pólo de Carazinho. O magistrado acatou liminarmente a interpretação da empresa de que a contagem do prazo de 15 anos inicia-se com a efetiva operação e não com a assinatura do contrato. Com isto a concessão terminará (caso a liminar não seja cassada) em 28 de dezembro de 2013. A interpretação do Governo do Estado é que o encerramento deveria ocorrer em 06 de março. Em dezembro, a AGERGS validou a posição do Palácio Piratini. Uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social está marcada para a data em Carazinho para celebrar o fim do contrato.


A publicação da decisão da juíza substituta da Quarta Vara Federal de Porto Alegre, Ana Inés Algorta Latorre, foi publicada nesta quarta-feira. A ação está registrada com o número 5053145-54.2012.404.7100/RS. Escreva a juíza na decisão:

"Numa primeira análise, entretanto, considero ser necessária a manutenção do estado atual do negócio, a fim de evitar prejuízos irreparáveis à empresa concessionária e, até mesmo, para viabilizar a regularidade do prosseguimento do serviço público concedido, resguardando o interesse dos próprios usuários das rodovias. Diante disso, entendo viável o deferimento parcial da tutela, para o fim de garantir a manutenção do vínculo contratual entre a requerente e o Estado do Rio Grande do Sul até 28 de dezembro de 2013 ou até o julgamento da presente ação, se este ocorrer antes do termo final da concessão."

A decisão é a primeira de uma série de ações que deve marcar a proximidade da data do encerramento das demais praças. A Empresa Gaúcha de Rodovias, que assumiria amanhã as praças de pedágio comunitário, teve o início do seu trabalho adiado por falta de estrutura. Ironicamente a decisão judicial pode ajudar o Governo do Estado a estruturar a EGR.

A Coviplan possui quatro praças no pólo de Carazinho: Passo Fundo, Panambi, Soledade e Sarandi. No dia de ontem 24 mil veículos trafegaram pelo pólo composto exclusivamente por rodovias federais.

Fonte:Postado por André Machado



Juiz indefere liminar que tentava barrar edital para instalação de pedágios na BR-040

O juiz federal substituto da 10ª Vara da Justiça Federal de 1º Grau em Minas Gerais, Leonardo Augusto de Almeida Aguiar, indeferiu pedido de liminar para a suspensão do edital de concessão da BR-040 para instalação da praça de pedágios próximos aos condomínios de Nova Lima. A ação havia sido impetrada pela Associação de Proprietários do Aconchego da Serra contra a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Na semana passada, as apresentações de propostas e os leilões dos editais de concessão dos trechos da rodovia já haviam sido adiadas pela ANTT.

As queixas dos proprietários se referiam à instalação da praça de pedágio no Km 562 da BR-040, em Nova Lima, em ponto anterior ao Bairro Aconchego da Serra (localizado próximo ao Km 569), e à possibilidade de ameaça à Unidade de Conservação de ProteçãoConforme o pedido da associação, a praça de pedágio submeteria os moradores à cobrança do pedágio a cada entrada no local – o que violaria o direito de ir e vir.

A associação sustentou que “os proprietários das residências terão que pagar, para percorrerem aproximadamente 7 Km de estrada, o mesmo valor dos usuários que trafegaram cerca de 90 Km, violando o princípio da proporcionalidade”. Levantou também a possível poluição sonora provocada pela exploração da rodovia, com o aumento dos níveis de ruído e ameaça ao patrimônio natural da Serra da Moeda.


Em sua decisão, o juiz Leonardo Augusto de Almeida Aguiar, afirmou que não concedeu a antecipação da tutela por “não vislumbrar, nesse momento, “perigo na demora”, quando existe fato que possa causar dano irreparável, caso não seja evitado com urgência, uma vez que a apresentação de propostas e o leilão do edital foram suspensos no dia 25 de janeiro de 2013. No que se refere à localização das praças de pedágio previstas no edital de concessão, o juiz justificou que 'não cabe ao Poder Judiciário intervir nesse tipo de decisão administrativa'.

Quanto à Unidade de Conservação Monumento Natural da Serra da Moeda e, também, à construção no trecho da rodovia identificado como Estrada Parque, o juiz federal substituto esclareceu na decisão que a obra “cumpriu todas as etapas legais do licenciamento ambiental e, assim, a princípio, atende aos requisitos de proteção ambiental, não havendo, neste momento inicial, demonstração plausível do contrário”.

Fonte:http://www.em.com.br























































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