Ayrton-Senna/Carvalho Pinto Itaquaquecetuba
(km 32) – R$ 8,60 (tarifa atual) – R$ 3,60 (tarifa prevista)Guararema (km 57) - R$ 8,60 (tarifa atual) – R$ 3,40 (tarifa prevista)São José dos Campos (km 92) - R$ 4,90 (tarifa atual) – R$ 3,40
Marechal Rondon – trecho OesteAvaí – km 367 – R$ 6,70 (tarifa atual) – R$ 6,60 (tarifa prevista)Guararapes – km 560 – R$ 7,40 (tarifa atual) – R$ 7,00 (tarifa prevista)Castilho – km 655 – R$ 5,50 (tarifa atual) – R$ 4,00 (tarifa prevista)rifa prevista)Caçapava (km 114) - R$ 4,90 (tarifa atual) – R$ 2,60 (tarifa prevista)
Marechal Rondon – trecho LesteAreiópolis – SP-300 / km285 - R$ 7,40 (tarifa atual) – R$ 7,20 (tarifa prevista)
Informações da Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp)
Na Estrada
07 novembro 2008
06 novembro 2008
Preço do pedágio vai cair nos próximos seis meses (e subir depois)
A privatização das rodovias estaduais de São Paulo - Ayrton-Senna/Carvalho Pinto, Marechal Rondon (trechos Leste e Oeste), Dom Pedro I e Raposo Tavares - vai provocar a redução das tarifas em oito das 13 praças de pedágio hoje existentes nessas estradas. Só que a medida é por tempo limitado: vai vigorar apenas nos primeiros seis meses de 2009. No segundo semestre do ano que vem, novas praças de pedágio serão construídas e as tarifas vão subir.
Por que a redução vai durar só seis meses?
Porque é o período que as novas empresas concessionárias, escolhidas por licitação no final de outubro, terão para fazer reformas prioritárias nas estradas, como recuperação de pavimento, sinalização horizontal e vertical, instalação de equipamentos de monitoração e serviço de atendimento ao usuário.
Enquanto essas reformas são feitas, as empresas só poderão cobrar pedágios onde eles já existem, com preços menores ou iguais aos praticados hoje.
Mas e depois? No trecho leste da Marechal Rondon, entre Campinas e Bauru, por exemplo, o gasto vai mais que duplicar no segundo semestre de 2009, passando de R$ 7,40 a R$ 18,80 (considerando ida e volta). Sabemos que muitos leitores do Guia Quatro Rodas aprovam aumentos na cobrança de pedágios, desde que isso se traduza em melhorias consideráveis na qualidade das rodovias. No caso da Marechal Rondon, a situação é crítica. Por ser muito extensa – mais de 800 km nos trechos Leste e Oeste – e possuir rodovias paralelas mais utilizadas, como a Castelo Branco e a Washington Luis, ela ficou meio abandonada, com faixas simples em muitos trechos e asfalto remendado.
Já na Raposo Tavares, a reforma vai ter que ser muito boa para compensar as novas tarifas: no trecho de Ourinhos a Presidente Epitácio, a rodovia vai ganhar quatro novas praças de pedágio, além das duas já existentes. O motorista que hoje gasta R$ 4,60 para percorrer esse trecho numa única direção, irá pagar nada menos que R$ 14,60.
Também haverá aumentos de tarifas no trecho Oeste da Marechal Rondon e na Dom Pedro I. A única exceção é a Ayrton-Senna/Carvalho Pinto, que hoje cobra R$ 27 de São Paulo a Taubaté (ida e volta). Nos próximos seis meses, esse valor cairá para R$ 13 e depois permanecerá nesse patamar, com a cobrança distribuída entre pedágios nos dois sentidos da estrada.
Na Estrada
Por que a redução vai durar só seis meses?
Porque é o período que as novas empresas concessionárias, escolhidas por licitação no final de outubro, terão para fazer reformas prioritárias nas estradas, como recuperação de pavimento, sinalização horizontal e vertical, instalação de equipamentos de monitoração e serviço de atendimento ao usuário.
Enquanto essas reformas são feitas, as empresas só poderão cobrar pedágios onde eles já existem, com preços menores ou iguais aos praticados hoje.
Mas e depois? No trecho leste da Marechal Rondon, entre Campinas e Bauru, por exemplo, o gasto vai mais que duplicar no segundo semestre de 2009, passando de R$ 7,40 a R$ 18,80 (considerando ida e volta). Sabemos que muitos leitores do Guia Quatro Rodas aprovam aumentos na cobrança de pedágios, desde que isso se traduza em melhorias consideráveis na qualidade das rodovias. No caso da Marechal Rondon, a situação é crítica. Por ser muito extensa – mais de 800 km nos trechos Leste e Oeste – e possuir rodovias paralelas mais utilizadas, como a Castelo Branco e a Washington Luis, ela ficou meio abandonada, com faixas simples em muitos trechos e asfalto remendado.
Já na Raposo Tavares, a reforma vai ter que ser muito boa para compensar as novas tarifas: no trecho de Ourinhos a Presidente Epitácio, a rodovia vai ganhar quatro novas praças de pedágio, além das duas já existentes. O motorista que hoje gasta R$ 4,60 para percorrer esse trecho numa única direção, irá pagar nada menos que R$ 14,60.
Também haverá aumentos de tarifas no trecho Oeste da Marechal Rondon e na Dom Pedro I. A única exceção é a Ayrton-Senna/Carvalho Pinto, que hoje cobra R$ 27 de São Paulo a Taubaté (ida e volta). Nos próximos seis meses, esse valor cairá para R$ 13 e depois permanecerá nesse patamar, com a cobrança distribuída entre pedágios nos dois sentidos da estrada.
Na Estrada
CARTA ABERTA A GOVERNADORA DO RIO GRANDE DO SUL.
CONTRA A PRORROGAÇÃO DAS CONCESSÕES DE PEDAGIO RS
Impressiona a coragem que alguns mandatários têm de agirem contra os interesses do povo e da máquina pública.
Porém, não nos impressiona a já esperada maracutaia que a Excelentíssima Senhora Governadora do Rio Grande do Sul, Dona Yeda Cruzes, pretende enviar à Assembléia Legislativa – a prorrogação das concessões malfadadas de pedágio.
Não obstante o deslustre da maioria esmagadora da população, este modelo mesquinho de pedagiamento encarece o sistema de subsistência de todo o Brasil, empobrecendo ainda mais um Estado com sérios problemas administrativos.
Pedágio como é cobrado, e como a Sra. Governadora quer que continue sendo cobrado, afronta toda lógica, uma vez que já se foi arrecadado mais de 55 bilhões de reais com a CIDE dos combustíveis (e nunca corretamente aplicada) comutado ao tradicional IPVA.
Nas palavras do Subprocurador Geral da República, Dr. Aurélio Virgilio Veiga Rios, "apenas o tráfico de drogas dá lucro maior do que ser hoje concessionário de um trecho de rodovia por 20 ou 30 anos no país" nos faz crer que a Governadora vem concordando com atividades tão lesivas quanto o tráfico de drogas.
Parabenizamos e unimo-nos aos nossos companheiros da ASSURCON e demais entidades que se manifestam contra este golpe ao glorioso povo gaúcho
Aguardamos a firme posição da Colenda Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, para que faça honrar os brios sulinos e com seus parlamentares, indique o correto caminho à Dona Yeda.
Não à prorrogação! Não à imoralidade!
Curitiba, 5 de novembro de 2008.
Fórum Popular Contra o Pedágio
Impressiona a coragem que alguns mandatários têm de agirem contra os interesses do povo e da máquina pública.
Porém, não nos impressiona a já esperada maracutaia que a Excelentíssima Senhora Governadora do Rio Grande do Sul, Dona Yeda Cruzes, pretende enviar à Assembléia Legislativa – a prorrogação das concessões malfadadas de pedágio.
Não obstante o deslustre da maioria esmagadora da população, este modelo mesquinho de pedagiamento encarece o sistema de subsistência de todo o Brasil, empobrecendo ainda mais um Estado com sérios problemas administrativos.
Pedágio como é cobrado, e como a Sra. Governadora quer que continue sendo cobrado, afronta toda lógica, uma vez que já se foi arrecadado mais de 55 bilhões de reais com a CIDE dos combustíveis (e nunca corretamente aplicada) comutado ao tradicional IPVA.
Nas palavras do Subprocurador Geral da República, Dr. Aurélio Virgilio Veiga Rios, "apenas o tráfico de drogas dá lucro maior do que ser hoje concessionário de um trecho de rodovia por 20 ou 30 anos no país" nos faz crer que a Governadora vem concordando com atividades tão lesivas quanto o tráfico de drogas.
Parabenizamos e unimo-nos aos nossos companheiros da ASSURCON e demais entidades que se manifestam contra este golpe ao glorioso povo gaúcho
Aguardamos a firme posição da Colenda Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, para que faça honrar os brios sulinos e com seus parlamentares, indique o correto caminho à Dona Yeda.
Não à prorrogação! Não à imoralidade!
Curitiba, 5 de novembro de 2008.
Fórum Popular Contra o Pedágio
05 novembro 2008
Botucatu propõe ação para evitar pedágio
O jornal Tribuna informou na edição do dia 1º de novembro, a privatização da rodovia Mal. Rondon e consequentemente a reativação das praças de pedágio.
Os municípios de Borebi, Agudos, Botucatu e São Manuel revelaram que não estão satisfeitos com as medidas tomadas pelo Governo.
A Prefeitura de Botucatu contestou a instalação de pedágio no quilômetro 261,12 da rodovia Marechal Rondon (SP-300). Ela tentou suspender na Justiça o leilão do trecho Leste, realizado na semana passada em São Paulo.
A liminar não foi concedida contra a Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo).Segundo o prefeito de Botucatu, Antonio Mário Ielo, a ação propõe que a Artesp reveja a estimativa da demanda, a instalação do pedágio, os preços das demais praças, bem como os investimentos a serem executados nas rodovias.
“A fixação única do preço de R$ 3,66 acarretará séria lesão a toda a população do município de Botucatu, bem como os demais municípios confrontantes, considerando que os mesmos serão obrigados a pagar o preço fixado pela Artesp, independentemente dos quilômetros efetivamente percorridos”, afirma o prefeito.
Para Ielo, a verba arrecadada na praça de pedágio existente hoje na Rodovia Marechal Rondon no município de Areiópolis, no valor de R$ 7,40, é mais que suficiente para manutenção e investimento nos dispositivos de segurança da rodovia. “Não há nenhuma necessidade de conceder à iniciativa privada concessão para a sua conservação, segurança e conforto”, explica. Segundo a ação civil pública enviada pela Prefeitura ao Poder Judiciário, ao invés de instalação de uma nova praça de pedágio na região de Botucatu, bastaria ao Estado efetuar a cobrança em ambos os lados na praça já localizada em Areiópolis, que hoje tem cobrança unidirecional.
“Haveria uma arrecadação em dobro, o que demonstra que, em nossa região, o pedágio seria inadequado.
Não há registro de prejuízo ao DER na sua manutenção e implantação de novos dispositivos de segurança no trecho da Rodovia Marechal Rondon / SP-300 entre Botucatu e Bauru, levando em consideração que o DER terceiriza o trabalho de arrecadação e conservação da rodovia em valores bem abaixo do arrecadado na praça de Areiópolis”, revela o prefeito.O pedido de liminar da Prefeitura também questiona o deslocamento de verba arrecadada na região de Botucatu para investimentos em outras rodovias. “Inexplicavelmente a Artesp resolveu licitar o trecho da nossa região unindo-o a novas rodovias sem que estas tenham a mesma finalidade e destino, efetuando arrecadação em nosso município.
A verba seria utilizada em locais onde dificilmente os usuários de Botucatu passariam, como, por exemplo, Capivari, Monte Mor e Piracicaba. O valor arrecadado na praça que será instalada em Piracicaba deverá ser utilizado para benfeitorias naquela região. O arrecadado na praça de Botucatu, que seja investido aqui”, diz Ielo.A ação civil pública ressalta ainda sobre o valor que deverá ser cobrado por trecho no processo de concessão.
Considerando a distância de 16 quilômetros entre Botucatu e São Manuel e a praça de pedágio que se localizará neste trecho Km 261,12, cobrando R$ 3,66, as populações de Botucatu e São Manuel irão pagar para ir de uma cidade a outra, R$ 0,23 por quilômetro, ou seja, 109% a mais que o estabelecido pela concessão, que é de R$ 0,11 por quilômetro.“Já tivemos uma primeira vitória, que foi negociar a redução do valor de R$ 9,03 para R$ 3,66. Agora vamos lutar para que a verba arrecadada aqui na nossa região seja investida aqui”, finaliza o prefeito.
jornal Tribuna
Os municípios de Borebi, Agudos, Botucatu e São Manuel revelaram que não estão satisfeitos com as medidas tomadas pelo Governo.
A Prefeitura de Botucatu contestou a instalação de pedágio no quilômetro 261,12 da rodovia Marechal Rondon (SP-300). Ela tentou suspender na Justiça o leilão do trecho Leste, realizado na semana passada em São Paulo.
A liminar não foi concedida contra a Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo).Segundo o prefeito de Botucatu, Antonio Mário Ielo, a ação propõe que a Artesp reveja a estimativa da demanda, a instalação do pedágio, os preços das demais praças, bem como os investimentos a serem executados nas rodovias.
“A fixação única do preço de R$ 3,66 acarretará séria lesão a toda a população do município de Botucatu, bem como os demais municípios confrontantes, considerando que os mesmos serão obrigados a pagar o preço fixado pela Artesp, independentemente dos quilômetros efetivamente percorridos”, afirma o prefeito.
Para Ielo, a verba arrecadada na praça de pedágio existente hoje na Rodovia Marechal Rondon no município de Areiópolis, no valor de R$ 7,40, é mais que suficiente para manutenção e investimento nos dispositivos de segurança da rodovia. “Não há nenhuma necessidade de conceder à iniciativa privada concessão para a sua conservação, segurança e conforto”, explica. Segundo a ação civil pública enviada pela Prefeitura ao Poder Judiciário, ao invés de instalação de uma nova praça de pedágio na região de Botucatu, bastaria ao Estado efetuar a cobrança em ambos os lados na praça já localizada em Areiópolis, que hoje tem cobrança unidirecional.
“Haveria uma arrecadação em dobro, o que demonstra que, em nossa região, o pedágio seria inadequado.
Não há registro de prejuízo ao DER na sua manutenção e implantação de novos dispositivos de segurança no trecho da Rodovia Marechal Rondon / SP-300 entre Botucatu e Bauru, levando em consideração que o DER terceiriza o trabalho de arrecadação e conservação da rodovia em valores bem abaixo do arrecadado na praça de Areiópolis”, revela o prefeito.O pedido de liminar da Prefeitura também questiona o deslocamento de verba arrecadada na região de Botucatu para investimentos em outras rodovias. “Inexplicavelmente a Artesp resolveu licitar o trecho da nossa região unindo-o a novas rodovias sem que estas tenham a mesma finalidade e destino, efetuando arrecadação em nosso município.
A verba seria utilizada em locais onde dificilmente os usuários de Botucatu passariam, como, por exemplo, Capivari, Monte Mor e Piracicaba. O valor arrecadado na praça que será instalada em Piracicaba deverá ser utilizado para benfeitorias naquela região. O arrecadado na praça de Botucatu, que seja investido aqui”, diz Ielo.A ação civil pública ressalta ainda sobre o valor que deverá ser cobrado por trecho no processo de concessão.
Considerando a distância de 16 quilômetros entre Botucatu e São Manuel e a praça de pedágio que se localizará neste trecho Km 261,12, cobrando R$ 3,66, as populações de Botucatu e São Manuel irão pagar para ir de uma cidade a outra, R$ 0,23 por quilômetro, ou seja, 109% a mais que o estabelecido pela concessão, que é de R$ 0,11 por quilômetro.“Já tivemos uma primeira vitória, que foi negociar a redução do valor de R$ 9,03 para R$ 3,66. Agora vamos lutar para que a verba arrecadada aqui na nossa região seja investida aqui”, finaliza o prefeito.
jornal Tribuna
ROMANELLI APÓIA LUTA DO FÓRUM POPULAR CONTRA O PEDÁGIO
O deputado Luiz Claudio Romanelli, líder do Governo na Assembléia Legislativa, apresentou nesta terça-feira (4) requerimento de votos de congratulações aos desembargadores integrantes da corte especial do Tribunal Regional Federal – 4ª região em Porto Alegre – que decidiram pelo fechamento da praça de pedágio localizada no entroncamento das rodovias BR-369 e BR-153, em Jacarezinho, no Norte Pioneiro do Paraná.
“Decisões justas e enérgicas como esta faz-nos crer na solução deste malfadado modelo de pedágio que vem assolando o povo brasileiro. É também uma decisão histórica que serve de exemplo aos movimentos, fóruns e entidades que lutam contra a exploração do pedágio no país”, disse Romanelli.
INICIATIVA POPULAR - O requerimento proposto pelo deputado atendeu pedido do Fórum Popular contra o Pedágio que vai realizar uma série de manifestações em apoio ao projeto de lei, de iniciativa popular, que pretende suspender o último leilão feito pelo governo federal e regulamentar o sistema de concessões.
“
Temos que aglutinar forças e criar uma frente parlamentar suprapartidária nos moldes do Fórum contra e Venda da Copel para a coleta de assinaturas ao projeto de lei”, disse Acir Mezzadri, coordenador do fórum, que pediu apoio do deputado às atividades que serão desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.
“Temos o apoio do Romanelli porque é o único parlamentar desta legislatura na Assembléia que votou contra a famigerada lei, em dezembro de 1995, que institui esse modelo perverso no Estado.
Romanelli é exemplo de luta aos usuários e as entidades que lutam contra o pedágio”, completou Mezzadri.
ASSINATURAS - Ao projeto, Mezzadri espera coletar 1,6 milhão de assinaturas em nove Estados e protocolá-lo no Congresso Nacional em 2009. “Além do Paraná, já temos a adesão de fóruns e entidades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul. Não será difícil coletar esse número de assinaturas porque faremos plenárias e postos de coletas”.
Conforme o projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares, sendo vedada a cobrança em vias públicas. A cobrança só poderá ser feita em estrada quando coexistir rodovia paralela, pública e gratuita. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
Fonte: Zé Beto Maciel
“Decisões justas e enérgicas como esta faz-nos crer na solução deste malfadado modelo de pedágio que vem assolando o povo brasileiro. É também uma decisão histórica que serve de exemplo aos movimentos, fóruns e entidades que lutam contra a exploração do pedágio no país”, disse Romanelli.
INICIATIVA POPULAR - O requerimento proposto pelo deputado atendeu pedido do Fórum Popular contra o Pedágio que vai realizar uma série de manifestações em apoio ao projeto de lei, de iniciativa popular, que pretende suspender o último leilão feito pelo governo federal e regulamentar o sistema de concessões.
“
Temos que aglutinar forças e criar uma frente parlamentar suprapartidária nos moldes do Fórum contra e Venda da Copel para a coleta de assinaturas ao projeto de lei”, disse Acir Mezzadri, coordenador do fórum, que pediu apoio do deputado às atividades que serão desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.
“Temos o apoio do Romanelli porque é o único parlamentar desta legislatura na Assembléia que votou contra a famigerada lei, em dezembro de 1995, que institui esse modelo perverso no Estado.
Romanelli é exemplo de luta aos usuários e as entidades que lutam contra o pedágio”, completou Mezzadri.
ASSINATURAS - Ao projeto, Mezzadri espera coletar 1,6 milhão de assinaturas em nove Estados e protocolá-lo no Congresso Nacional em 2009. “Além do Paraná, já temos a adesão de fóruns e entidades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul. Não será difícil coletar esse número de assinaturas porque faremos plenárias e postos de coletas”.
Conforme o projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares, sendo vedada a cobrança em vias públicas. A cobrança só poderá ser feita em estrada quando coexistir rodovia paralela, pública e gratuita. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
Fonte: Zé Beto Maciel
04 novembro 2008
Cobrança de pedágio em estradas do MS é inviável, diz secretário-adjunto da Seop
Nas últimas semanas, o governador André Puccinelli reforçou o pedido para mais recursos a serem utilizados na recuperação e construção de novas estradas em Mato Grosso do Sul.
Os recursos compõem o Orçamento da União para 2009. Somente com recursos próprios, o Estado irá construir 500 novos quilômetros até 2010, com investimentos de R$ 400 milhões.
Em outros Estados, como São Paulo por exemplo, uma alternativa para diminuir os custos com a manutenção das estradas é a privatização de trechos das rodovias, que passam a ser administradas por empresas particulares.
Por conta da privatização, os motoristas são obrigados a pagar diversas taxas de pedágio ao longo de um trecho, tornando a viagem mais cara.
"Aqui em Mato Grosso do Sul a cobrança de pedágio nas rodovias estaduais é uma atitude inviável por dois motivos: não há um fluxo considerável de veículos que justifique a cobrança do valor de pedágio, e além disso, a implantação de pedágio gera um custo muito alto, que teria de ser repassado ao condutor em taxas muito altas", explica Marco Aurélio Pereira, secrétario-adjunto da Secretaria de Obras Públicas (Seop).Em janeiro de 2009, o governo implanta o programa de conserva corretiva rotineira nos 3.300 quilômetros existentes na malha viária do Estado.
Esse total foi dividido em 10 setores de 300 quilômetros cada, aproximadamente. Com o programa, o atendimento a pequenos problemas será imediato, como buracos, aumento do acostamento e melhoria da sinalização.Na próxima semana, no dia 3 de novembro, o governador André Puccinelli inaugura a pavimentação asfáltica da MS-450, entre a BR-262 e o distrito de Palmeiras (próximo a Aquidauana).
Atualmente, há 50 frentes de trabalho da Seop somente na construção e reforma das estradas de Mato Grosso do Sul.
Agora MS
Os recursos compõem o Orçamento da União para 2009. Somente com recursos próprios, o Estado irá construir 500 novos quilômetros até 2010, com investimentos de R$ 400 milhões.
Em outros Estados, como São Paulo por exemplo, uma alternativa para diminuir os custos com a manutenção das estradas é a privatização de trechos das rodovias, que passam a ser administradas por empresas particulares.
Por conta da privatização, os motoristas são obrigados a pagar diversas taxas de pedágio ao longo de um trecho, tornando a viagem mais cara.
"Aqui em Mato Grosso do Sul a cobrança de pedágio nas rodovias estaduais é uma atitude inviável por dois motivos: não há um fluxo considerável de veículos que justifique a cobrança do valor de pedágio, e além disso, a implantação de pedágio gera um custo muito alto, que teria de ser repassado ao condutor em taxas muito altas", explica Marco Aurélio Pereira, secrétario-adjunto da Secretaria de Obras Públicas (Seop).Em janeiro de 2009, o governo implanta o programa de conserva corretiva rotineira nos 3.300 quilômetros existentes na malha viária do Estado.
Esse total foi dividido em 10 setores de 300 quilômetros cada, aproximadamente. Com o programa, o atendimento a pequenos problemas será imediato, como buracos, aumento do acostamento e melhoria da sinalização.Na próxima semana, no dia 3 de novembro, o governador André Puccinelli inaugura a pavimentação asfáltica da MS-450, entre a BR-262 e o distrito de Palmeiras (próximo a Aquidauana).
Atualmente, há 50 frentes de trabalho da Seop somente na construção e reforma das estradas de Mato Grosso do Sul.
Agora MS
FÓRUM POPULAR CONTRA O PEDÁGIO ENVIA CARTA DE APOIO A KASSAB
O Fórum Popular contra o Pedágio enviou a seguinte carta ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Excelentíssimo Sr Gilberto Kassab
O Fórum Popular Contra o Pedágio, seção Paraná, organismo suprapartidário que conglomera 200 entidades – vem perante vossa excelência, prestar total apoio às suas ações e declarações contrárias ao sistema de pedágio urbano em São Paulo. Somos contra o modelo de pedágio implantado em nosso território nacional.
Em tempos onde o desmonte da maquina pública, e o descaso aos princípios constitucionais fundamentais são menosprezados em detrimento à submissão perante o poderio econômico, ações justas e corajosas como a de vossa excelência dignificam e incentivam aqueles que se doam à causa da proteção do patrimônio estatal.
Sua posição firme e corajosa é uma preleção para aqueles que preferem ficar indiferentes, ou ainda, não reconhecerem o risco dos pedágios.
O subprocurador geral da República, Aurélio Veiga Rios, representante do Ministério Público da União afirmou que só é comparável ao tráfico internacional de drogas. "apenas ele (tráfico de drogas) dá lucro maior do que ser hoje concessionário de um trecho de rodovia por 20 ou 30 anos no país.
Que sirva de lição para estes inertes, pois, nas palavras do imortal Homero: "Apoiada, a coragem nasce até mesmo naqueles que são muito covardes".
Conte sempre conosco!
"Quem tem coragem para enfrentar os perigos vence-os antes que eles o ameacem" - Púbio Siro
Excelentíssimo Sr Gilberto Kassab
O Fórum Popular Contra o Pedágio, seção Paraná, organismo suprapartidário que conglomera 200 entidades – vem perante vossa excelência, prestar total apoio às suas ações e declarações contrárias ao sistema de pedágio urbano em São Paulo. Somos contra o modelo de pedágio implantado em nosso território nacional.
Em tempos onde o desmonte da maquina pública, e o descaso aos princípios constitucionais fundamentais são menosprezados em detrimento à submissão perante o poderio econômico, ações justas e corajosas como a de vossa excelência dignificam e incentivam aqueles que se doam à causa da proteção do patrimônio estatal.
Sua posição firme e corajosa é uma preleção para aqueles que preferem ficar indiferentes, ou ainda, não reconhecerem o risco dos pedágios.
O subprocurador geral da República, Aurélio Veiga Rios, representante do Ministério Público da União afirmou que só é comparável ao tráfico internacional de drogas. "apenas ele (tráfico de drogas) dá lucro maior do que ser hoje concessionário de um trecho de rodovia por 20 ou 30 anos no país.
Que sirva de lição para estes inertes, pois, nas palavras do imortal Homero: "Apoiada, a coragem nasce até mesmo naqueles que são muito covardes".
Conte sempre conosco!
"Quem tem coragem para enfrentar os perigos vence-os antes que eles o ameacem" - Púbio Siro
03 novembro 2008
Serra cria mais 61 pedágios com aumento de até 422%
Este foi o resultado da privatização de estradas realizada pelo governador José Serra na última quarta-feira (29): 61 novas praças de pedágio e preços majorados em até 422,2%, a exemplo do que irá ocorrer no trecho leste da Marechal Rondon, entre as cidades de Laranjal Paulista e Bauru.
Em menos de seis meses, o motorista que passar por este trecho será “agraciado” com nove novas praças de pedágios. Hoje só tem uma. Não será mais R$ 7,20, mas R$ 37,60 que o cidadão terá que desembolsar. Para os caminhoneiros, multiplica-se esse montante para cada eixo do veículo.
No total, Serra privatizou cinco lotes, englobando as rodovias Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna, Carvalho Pinto e Dom Pedro I. O novo pedágio paulista custará até cinco vezes o valor que será cobrado nas rodovias federais, que ficaram numa média de dois centavos por quilômetro, enquanto em São Paulo este montante pode atingir até 10 centavos o quilômetro, de acordo com matéria do jornal Hora do Povo.
Segundo reportagem da “Folha”, no corredor da Raposo Tavares (que liga as cidades de Bauru, Ourinhos e Presidente Epitácio), em que o número de pedágios será multiplicado por cinco (de dois para dez), o custo de uma viagem de ida e volta será inflacionado em 376,1%.
Para rodar os 457,4 quilômetros de ida e volta, o valor passará de R$ 9,20 para R$ 43,80 por eixo. Um caminhão com até nove eixos que tenha de cruzar todo o trajeto pagará R$ 394,20. Atualmente essa viagem para um caminhão com as mesmas características sai por R$ 82,80.
Segundo dados da Artesp, o trecho oeste da Marechal Rondon passará a ter 16 praças de pedágio, número quatro vezes maior do que o atual. O preço, como nos demais trechos, vai subir. Com a assinatura do contrato de concessão com o consórcio BR Vias SP, o valor será de R$ 24,50. Esse valor é ligeiramente menor do que o atual, R$ 26,50. Mas, com o cumprimento do programa inicial de investimento, a BR Vias poderá instalar mais 12 praças de pedágio no corredor.
Fonte: CGTB
Em menos de seis meses, o motorista que passar por este trecho será “agraciado” com nove novas praças de pedágios. Hoje só tem uma. Não será mais R$ 7,20, mas R$ 37,60 que o cidadão terá que desembolsar. Para os caminhoneiros, multiplica-se esse montante para cada eixo do veículo.
No total, Serra privatizou cinco lotes, englobando as rodovias Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna, Carvalho Pinto e Dom Pedro I. O novo pedágio paulista custará até cinco vezes o valor que será cobrado nas rodovias federais, que ficaram numa média de dois centavos por quilômetro, enquanto em São Paulo este montante pode atingir até 10 centavos o quilômetro, de acordo com matéria do jornal Hora do Povo.
Segundo reportagem da “Folha”, no corredor da Raposo Tavares (que liga as cidades de Bauru, Ourinhos e Presidente Epitácio), em que o número de pedágios será multiplicado por cinco (de dois para dez), o custo de uma viagem de ida e volta será inflacionado em 376,1%.
Para rodar os 457,4 quilômetros de ida e volta, o valor passará de R$ 9,20 para R$ 43,80 por eixo. Um caminhão com até nove eixos que tenha de cruzar todo o trajeto pagará R$ 394,20. Atualmente essa viagem para um caminhão com as mesmas características sai por R$ 82,80.
Segundo dados da Artesp, o trecho oeste da Marechal Rondon passará a ter 16 praças de pedágio, número quatro vezes maior do que o atual. O preço, como nos demais trechos, vai subir. Com a assinatura do contrato de concessão com o consórcio BR Vias SP, o valor será de R$ 24,50. Esse valor é ligeiramente menor do que o atual, R$ 26,50. Mas, com o cumprimento do programa inicial de investimento, a BR Vias poderá instalar mais 12 praças de pedágio no corredor.
Fonte: CGTB
01 novembro 2008
Praça de pedágio de Três Córregos pode ser deslocada
O deslocamento da praça de pedágio de Três Córregos na Rodovia Rio-Teresópolis, uma antiga reivindicação de moradores da região, em uma novela que já dura dez anos, ganhou um novo capítulo nos últimos dias.
Depois de se demonstrarem favoráveis à mudança da praça, provavelmente para a divisa de Terê com o município de São José do do Vale do Rio Preto, o prefeito eleito de Teresópolis, Jorge Mario Sedlacek, e a direção da CRT, concessionária que administra a estrada, a Agência Nacional de Transportes Terrestres informou que está aprofundando os estudos sobre a viabilidade da alteração do local do pedágio.
Segundo a nova direção da agência, uma audiência pública será marcada após a conclusão dos estudos. É ver para crer. A reportagem completa, publicada na edição deste fim de semana do GLOBO-Serra, pode ser lida aqui (somente para assinantes).
E você? É a favor do deslocamento da praça de pedágio de Três Córregos?
Enviado por Bairros.com
Depois de se demonstrarem favoráveis à mudança da praça, provavelmente para a divisa de Terê com o município de São José do do Vale do Rio Preto, o prefeito eleito de Teresópolis, Jorge Mario Sedlacek, e a direção da CRT, concessionária que administra a estrada, a Agência Nacional de Transportes Terrestres informou que está aprofundando os estudos sobre a viabilidade da alteração do local do pedágio.
Segundo a nova direção da agência, uma audiência pública será marcada após a conclusão dos estudos. É ver para crer. A reportagem completa, publicada na edição deste fim de semana do GLOBO-Serra, pode ser lida aqui (somente para assinantes).
E você? É a favor do deslocamento da praça de pedágio de Três Córregos?
Enviado por Bairros.com
31 outubro 2008
Privatização da Rondon vai elevar em 175% tarifa do pedágio
Valor do pedágio de Areiópolis vai passar de R$ 7,40 em único sentido para R$ 3,55 em cada sentido
A privatização do trecho leste da Rodovia Marechal Rondon, entre Monte Mor e Rio das Pedras, e inclui Bauru, Agudos e Botucatu, vai elevar a tarifa do pedágio em 175%, segundo cálculos de economistas.Atualmente, apenas a praça de pedágio instalada em Areiópolis está em funcionamento e a cobrança é unilateral, sentido Capital-Interior. Com a licitação desta quarta-feira pelo menor valor, vencida pela Brasinfra, além de reativar a praça de pedágio de Agudos, a concessionária poderá instalar nova praça de pedágio na Castelinho, em Botucatu, e passará a fazer a cobrança bilateral.Com isso o pedágio que custa atualmente R$ 7,40 em Areiópolis, passará a custar R$ 3,20 na nova praça em Botucatu, R$ 3,55 em Areiópolis, e R$ 3,45 em Agudos, com cobrança nos dois sentidos, total de R$ 20,40 numa viagem entre Bauru e Botucatu.
PLANTÃO TRIBUNA
A privatização do trecho leste da Rodovia Marechal Rondon, entre Monte Mor e Rio das Pedras, e inclui Bauru, Agudos e Botucatu, vai elevar a tarifa do pedágio em 175%, segundo cálculos de economistas.Atualmente, apenas a praça de pedágio instalada em Areiópolis está em funcionamento e a cobrança é unilateral, sentido Capital-Interior. Com a licitação desta quarta-feira pelo menor valor, vencida pela Brasinfra, além de reativar a praça de pedágio de Agudos, a concessionária poderá instalar nova praça de pedágio na Castelinho, em Botucatu, e passará a fazer a cobrança bilateral.Com isso o pedágio que custa atualmente R$ 7,40 em Areiópolis, passará a custar R$ 3,20 na nova praça em Botucatu, R$ 3,55 em Areiópolis, e R$ 3,45 em Agudos, com cobrança nos dois sentidos, total de R$ 20,40 numa viagem entre Bauru e Botucatu.
PLANTÃO TRIBUNA
Sorriso: pedágio na rodovia Barreiro será cobrado ano que vem
A partir de 2009 deve começar a cobrança de pedágios na rodovia MT-487 (entroncamento da BR-163 até a linha Barreiro). A praça está em fase final de construção, a cerca de 1 km da rodovia. Só Notícias apurou, junto a Associação dos Produtores da Gleba Barreiro, que iniciou a licitação para aquisição de equipamentos e sistemas de informática para arrecadação e controle da taxa. As tarifas ainda não foram divulgadas.Os recursos arrecadados serão destinados à conservação da rodovia. Uma empresa deve ser contratada, através do sistema de concessão de serviços públicos rodoviários, para arrecadar as taxas e dar manutenção na estrada, com a associação fiscalizando os serviços.A 487 beneficia produtores de Sorriso, Sinop e Ipiranga do Norte, facilitando o escoamento da produção. Está sendo construída desde 2006, no sistema de parceria entre os produtores e governo do Estado. Cerca de 50 km, da previsão de 60, já foram pavimentados.
Fonte: Redação Só Notícias
Fonte: Redação Só Notícias
Pedágio no Rodoanel de São Paulo começa em um mês
SÃO PAULO - A partir de 1º de dezembro, o usuário do trecho oeste do Rodoanel Mário Covas vai pagar R$ 1,20 para trafegar na pista - independentemente da distância percorrida. A construção das 13 praças de pedágio - instaladas nas alças de saída - está em fase final e deve ser concluída em novembro.É a localização das praças de pedágio, nos pontos de saída, que garante ao motorista pagar só uma vez.
"Mesmo quem andar os 32 quilômetros do Rodoanel pagará apenas uma tarifa", disse o diretor da Concessionária Rodoanel, Francisco Mendes de Moraes Neto. As 13 praças estão localizadas nas saídas para as cinco rodovias que cruzam o Rodoanel, além do acesso à Avenida Raimundo Pereira de Magalhães (Estrada Velha de Campinas) e duas entradas para o Bairro Padroeira, em Osasco.O valor do pedágio seria de R$ 1,16, deságio de 61% do valor máximo definido no leilão para a escolha da concessionária que exploraria as praças.
O aumento para R$ 1,20 foi definido em junho, com base no IPCA (índice do IBGE que calcula a inflação). Segundo Moraes Neto, a concessionária fez pesquisa com os usuários. "R$ 1,20 foi muito bem aceito."Para o gerente de serviços de informática Sérgio Scavone, de 44 anos, poderia ser R$ 1. Morador da Granja Viana, ele usa o Rodoanel diariamente para ir e voltar do trabalho. "Mas R$ 1,20 - R$ 2,40 por dia - não é tão alto assim."
A expectativa é de que a arrecadação fique em torno de R$ 80 milhões por ano. Desse valor, 3% vão para o governo estadual como outorga mensal. Atualmente, o movimento no trecho oeste do Rodoanel é de 145 mil veículos por dia.Para cobrar o pedágio, a concessionária terá de cumprir exigências, incluindo revestimento do asfalto, poda da vegetação que margeia as pistas e recuperação da sinalização horizontal e vertical.
Nos próximos dois anos, deverá realizar obras mais complexas, como uma marginal entre a Raposo Tavares e um trevo de acesso a Osasco e Carapicuíba.
Humberto Maia Junior, do Jornal da Tarde
"Mesmo quem andar os 32 quilômetros do Rodoanel pagará apenas uma tarifa", disse o diretor da Concessionária Rodoanel, Francisco Mendes de Moraes Neto. As 13 praças estão localizadas nas saídas para as cinco rodovias que cruzam o Rodoanel, além do acesso à Avenida Raimundo Pereira de Magalhães (Estrada Velha de Campinas) e duas entradas para o Bairro Padroeira, em Osasco.O valor do pedágio seria de R$ 1,16, deságio de 61% do valor máximo definido no leilão para a escolha da concessionária que exploraria as praças.
O aumento para R$ 1,20 foi definido em junho, com base no IPCA (índice do IBGE que calcula a inflação). Segundo Moraes Neto, a concessionária fez pesquisa com os usuários. "R$ 1,20 foi muito bem aceito."Para o gerente de serviços de informática Sérgio Scavone, de 44 anos, poderia ser R$ 1. Morador da Granja Viana, ele usa o Rodoanel diariamente para ir e voltar do trabalho. "Mas R$ 1,20 - R$ 2,40 por dia - não é tão alto assim."
A expectativa é de que a arrecadação fique em torno de R$ 80 milhões por ano. Desse valor, 3% vão para o governo estadual como outorga mensal. Atualmente, o movimento no trecho oeste do Rodoanel é de 145 mil veículos por dia.Para cobrar o pedágio, a concessionária terá de cumprir exigências, incluindo revestimento do asfalto, poda da vegetação que margeia as pistas e recuperação da sinalização horizontal e vertical.
Nos próximos dois anos, deverá realizar obras mais complexas, como uma marginal entre a Raposo Tavares e um trevo de acesso a Osasco e Carapicuíba.
Humberto Maia Junior, do Jornal da Tarde
30 outubro 2008
PROJETO DE LEI
O Fórum Popular Contra o Pedágio vai organizar plenárias nos meses de novembro e dezembro para coleta de assinaturas ao projeto de lei, de iniciativa popular, que regulamenta o pedágio no Brasil e acaba com a exploração e o prejuízo à economia nacional. “Também temos uma ação popular no TRF que pede a suspensão do atual leilão do pedágio por considerá-lo abusivo e sem propósito”, disse Acir Mezzadri, coordenador do fórum.
Ao projeto, Mezzadri espera coletar 1,6 milhão de assinaturas em nove Estados e protocolá-lo no Congresso Nacional em 2009. “Além do Paraná, já temos a adesão de fóruns e entidades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul. Não será difícil coletar esse número de assinaturas porque faremos plenárias e postos de coletas agora em novembro e dezembro”.
Conforme o projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares, sendo vedada a cobrança em vias públicas. A cobrança só poderá ser feita em estrada quando coexistir rodovia paralela, pública e gratuita. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
Ao projeto, Mezzadri espera coletar 1,6 milhão de assinaturas em nove Estados e protocolá-lo no Congresso Nacional em 2009. “Além do Paraná, já temos a adesão de fóruns e entidades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul. Não será difícil coletar esse número de assinaturas porque faremos plenárias e postos de coletas agora em novembro e dezembro”.
Conforme o projeto, o pedágio só poderá ser cobrado em rodovias particulares, sendo vedada a cobrança em vias públicas. A cobrança só poderá ser feita em estrada quando coexistir rodovia paralela, pública e gratuita. O projeto proíbe o pedágio no perímetro urbano das cidades. A proposta ainda isenta da cobrança de pedágio caminhões transportadores de alimentos, carros oficiais, ambulâncias e carros de emergência similares. E veículo emplacado na cidade onde se encontra a praça coletora.
SOCIEDADE VAI SE MOBILIZAR CONTRA NOVOS AUMENTOS DO PEDÁGIO NO PR
Já fez 112 horas, na manhã desta quarta-feira (29), que a praça de pedágio no entroncamento das rodovias BR-369 e BR-153, em Jacarezinho, se mantém fechada e a Econorte proibida de cobrar as tarifas dos usuários das rodovias no Norte Pioneiro do Paraná, conforme decisão do Tribunal Regional Federal, 4ª região, em Porto Alegre. “Como são quatro dias e meio, os usuários das rodovias já economizaram R$ 550 mil com o fechamento desta praça já que a Econorte arrecadava R$ 3,5 milhões mensais. Mesmo com os recursos já apresentados, a cada dia os usuários economizam R$ 116,6 mil. É mesmo uma vitória de muitas que virão nos próximos meses”, disse o deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembléia Legislativa.
Romanelli aponta que os movimentos sociais, entidades da sociedade, vão aumentar a pressão contra novos reajustes à serem pleiteados agora em dezembro pelas seis concessionárias que exploram 2,5 mil quilômetros de rodovias federais no Paraná. “Há novas decisões e mobilização de entidades, como o Fórum Popular Contra o Pedágio, nos próximos dois meses que vão estancar a voracidade das concessionárias que já arrecadaram R$ 6,5 bilhões e não duplicaram nem 40 quilômetros de rodovias”, destacou.
No caso da praça de Jacarezinho, o deputado disse que a Econorte já recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para, com pedido de liminar, suspender a decisão do TRF4. A decisão caberá ao presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha. A professora Ana Lúcia Baccon, líder do Movimento Contra o Pedágio em Jacarezinho, espera que STJ mantenha a decisão do TRF4. “Assim os recursos só poderão julgar o mérito da ação, o que pode levar bem mais tempo, meses até anos”, espera Ana Lúcia que também acompanhará o julgamento em Brasília assim como fez em Porto Alegre.
PRAÇA DA LAPA - O deputado Romanelli também espera nova decisão do TRF4 favorável aos usuários em relação a praça de pedágio na BR-476, localizada na entrada da cidade da Lapa. O juiz federal Friedmann Wendpap suspendeu a cobrança em dezembro de 2005, atendendo uma ação do Ministério Público Federal que sustentou que a concessão de mais 83 quilômetros da rodovia a Caminhos do Paraná, ainda em 2002, foi ilegal por não ter ocorrido processo licitatório. A concessionária reabriu a praça, através de liminar, e nova decisão está na pauta de julgamento da 4ª turma do TRF.
Romanelli cita outras duas decisões que determinaram a suspensão da cobrança na BR-277 para famílias residentes em duas localidades na divisa de São José de Pinhais e Matinhos, pedágio cobrado pelo Ecovia; e que determinou a Rodonorte recuperar trechos da rodovia BR 376 entre Curitiba e Califórnia (a 70 km de Londrina). “As decisões pró-usuários estão crescendo e, a cada dia, os tribunais e estâncias de justiça estão tendo o entendimento que o pedágio da forma que foi regulamento é um crime contra a economia paranaense”, disse.
TCU - Outra decisão, segundo Romanelli, é a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que quer saber o motivo das grandes diferenças entre os pedágios dos trechos das primeiras rodovias sob concessão e as tarifas das rodovias que foram privatizadas no ano passado pelo governo federal.
O TCU sustenta que há indícios de desequilíbrio econômico-financeiro nos primeiros contratos, com possibilidade de lucros extraordinários às concessionárias. Romanelli disse que os lucros extraordinários citados pelo TCU nas vias federais já foram confirmados no Paraná pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Cálculos baseados nos próprios balanços das seis concessionárias que atuam nas estradas paranaenses mostraram que os resultados financeiros estão muito acima do estabelecido nos contratos.
Romanelli aponta que os movimentos sociais, entidades da sociedade, vão aumentar a pressão contra novos reajustes à serem pleiteados agora em dezembro pelas seis concessionárias que exploram 2,5 mil quilômetros de rodovias federais no Paraná. “Há novas decisões e mobilização de entidades, como o Fórum Popular Contra o Pedágio, nos próximos dois meses que vão estancar a voracidade das concessionárias que já arrecadaram R$ 6,5 bilhões e não duplicaram nem 40 quilômetros de rodovias”, destacou.
No caso da praça de Jacarezinho, o deputado disse que a Econorte já recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para, com pedido de liminar, suspender a decisão do TRF4. A decisão caberá ao presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha. A professora Ana Lúcia Baccon, líder do Movimento Contra o Pedágio em Jacarezinho, espera que STJ mantenha a decisão do TRF4. “Assim os recursos só poderão julgar o mérito da ação, o que pode levar bem mais tempo, meses até anos”, espera Ana Lúcia que também acompanhará o julgamento em Brasília assim como fez em Porto Alegre.
PRAÇA DA LAPA - O deputado Romanelli também espera nova decisão do TRF4 favorável aos usuários em relação a praça de pedágio na BR-476, localizada na entrada da cidade da Lapa. O juiz federal Friedmann Wendpap suspendeu a cobrança em dezembro de 2005, atendendo uma ação do Ministério Público Federal que sustentou que a concessão de mais 83 quilômetros da rodovia a Caminhos do Paraná, ainda em 2002, foi ilegal por não ter ocorrido processo licitatório. A concessionária reabriu a praça, através de liminar, e nova decisão está na pauta de julgamento da 4ª turma do TRF.
Romanelli cita outras duas decisões que determinaram a suspensão da cobrança na BR-277 para famílias residentes em duas localidades na divisa de São José de Pinhais e Matinhos, pedágio cobrado pelo Ecovia; e que determinou a Rodonorte recuperar trechos da rodovia BR 376 entre Curitiba e Califórnia (a 70 km de Londrina). “As decisões pró-usuários estão crescendo e, a cada dia, os tribunais e estâncias de justiça estão tendo o entendimento que o pedágio da forma que foi regulamento é um crime contra a economia paranaense”, disse.
TCU - Outra decisão, segundo Romanelli, é a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que quer saber o motivo das grandes diferenças entre os pedágios dos trechos das primeiras rodovias sob concessão e as tarifas das rodovias que foram privatizadas no ano passado pelo governo federal.
O TCU sustenta que há indícios de desequilíbrio econômico-financeiro nos primeiros contratos, com possibilidade de lucros extraordinários às concessionárias. Romanelli disse que os lucros extraordinários citados pelo TCU nas vias federais já foram confirmados no Paraná pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Cálculos baseados nos próprios balanços das seis concessionárias que atuam nas estradas paranaenses mostraram que os resultados financeiros estão muito acima do estabelecido nos contratos.
29 outubro 2008
PI: Wellington Dias anuncia cobrança de pedágio para rodovia Transcerrados
Após a volta da Europa e o retorno ao cargo de governador do Piauí, Wellington Dias, anunciou parceria com o banco português Banif que tem interesse em realizar obras de infra-estrutura no estado. A sociedade terá início no próximo ano e será executada em caráter de parceria público-privada.
Um dos investimentos será aplicado na construção da rodovia Transcerrados, importante via de escoamento da produção dos cerrados piauienses.
Dias afirmou que a rodovia será privatizada e entregue a uma empresa privada que será financiada pelo Banif. “O banco financiará o empresário que desejar ajudar na construção da estrada e para isso cobrará pedágio. Isso acontece no Brasil”argumentou.
Segundo o governador, a cobrança do pedágio será para a conservação da estrada. De acordo com ele para amenizar o valor cobrado, o governo pode custear parte do imposto.
TV Canal 13
A rodovia Transcerrados tem uma extensão de 330 quilômetros e vai do município de Sebastião Leal até o município de Monte Alegre, no Extremo-Sul.
Um dos investimentos será aplicado na construção da rodovia Transcerrados, importante via de escoamento da produção dos cerrados piauienses.
Dias afirmou que a rodovia será privatizada e entregue a uma empresa privada que será financiada pelo Banif. “O banco financiará o empresário que desejar ajudar na construção da estrada e para isso cobrará pedágio. Isso acontece no Brasil”argumentou.
Segundo o governador, a cobrança do pedágio será para a conservação da estrada. De acordo com ele para amenizar o valor cobrado, o governo pode custear parte do imposto.
TV Canal 13
A rodovia Transcerrados tem uma extensão de 330 quilômetros e vai do município de Sebastião Leal até o município de Monte Alegre, no Extremo-Sul.
27 outubro 2008
Motoristas já pagam mais caro em pedágio da freeway
ANTT autorizou reajuste de 8,33% nas tarifas das praças administradas pela Concepa
Desde a primeira hora deste domingo, está mais caro passar pelos pedágios da Concepa. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou reajuste de 8,33% nas tarifas das praças administradas pela concessionária.
Os novos valores foram publicados na sexta-feira no Diário Oficial da União. Na freeway (denominação do trecho entre os kms 0 e 96,6 da BR-290), a tarifa para automóveis passou de R$ 6 para R$ 6,50 no pedágio de Santo Antônio da Patrulha (km 19 - cobrança apenas no sentido Capital-Litoral) e de R$ 3 para R$ 3,30 no de Gravataí (km 77,8 - cobrança nos dois sentidos). Na praça de Eldorado do Sul (km 110 da BR-290), o valor para automóveis também aumentou de R$ 6 para R$ 6,50 (cobrança no sentido Capital-Interior).
O contrato firmado com o governo federal prevê a revisão anual das tarifas em outubro.
ZEROHORA.COM
Desde a primeira hora deste domingo, está mais caro passar pelos pedágios da Concepa. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou reajuste de 8,33% nas tarifas das praças administradas pela concessionária.
Os novos valores foram publicados na sexta-feira no Diário Oficial da União. Na freeway (denominação do trecho entre os kms 0 e 96,6 da BR-290), a tarifa para automóveis passou de R$ 6 para R$ 6,50 no pedágio de Santo Antônio da Patrulha (km 19 - cobrança apenas no sentido Capital-Litoral) e de R$ 3 para R$ 3,30 no de Gravataí (km 77,8 - cobrança nos dois sentidos). Na praça de Eldorado do Sul (km 110 da BR-290), o valor para automóveis também aumentou de R$ 6 para R$ 6,50 (cobrança no sentido Capital-Interior).
O contrato firmado com o governo federal prevê a revisão anual das tarifas em outubro.
ZEROHORA.COM
TRANSPORTES: ANTT aprova reajuste na tarifa da Concepa
SÃO PAULO, 27 de outubro de 2008 -
A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) informou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou na semana passada o reajuste de 8,33% da tarifa de pedágio da rodovia BR 290 e BR 116 - Osório/Guaíba, no Rio Grande do Sul, administrada pela concessionária Concepa.
A nova tarifa entrou em vigor ontem. A TPI atua no setor de infra-estrutura e exploração de serviços públicos nos segmentos rodoviário, portuário e de geração de energia elétrica.
(Redação - InvestNews)
A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) informou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou na semana passada o reajuste de 8,33% da tarifa de pedágio da rodovia BR 290 e BR 116 - Osório/Guaíba, no Rio Grande do Sul, administrada pela concessionária Concepa.
A nova tarifa entrou em vigor ontem. A TPI atua no setor de infra-estrutura e exploração de serviços públicos nos segmentos rodoviário, portuário e de geração de energia elétrica.
(Redação - InvestNews)
24 outubro 2008
Folha de Londrina: Justiça determina fim do pedágio em Jacarezinho
A corte especial do Tribunal Regional Federal da 4 Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS), determinou na tarde de ontem o fim da cobrança de pedágio nas duas praças que são mantidas pela concessionária Econorte na BR-369 e na BR-153 em Jacarezinho (Norte Pioneiro). A decisão é mais um capítulo de uma história que se desenrola na Justiça Federal desde fevereiro, quando o juiz federal de Jacarezinho, Mauro Spalding, determinou que o pedágio deixasse de ser cobrado nas praças da cidade.
Naquela ocasião, Spalding também multou a concessionária por não orientar os usuários das rodovias que guardassem os comprovantes de pagamento por conta de uma ação judicial questionar a legalidade da cobrança. Em seguida, a 3 Turma do TRF-4 ratificou a decisão de Spalding e as cancelas das duas praças chegaram a ficar abertas nos dias 29 e 30 de junho. Houve festa, com direito a carros de som e hino nacional no local. A cobrança de pedágio foi considerada ilegal em razão da ausência de concorrência pública para a instalação das praças. A decisão judicial dava à Econorte o direito de reativar uma outra praça da concessionária que está na BR-369, em Andirá. Porém, na primeira semana de julho, a presidente do TRF-4, Silvia Maria Gonçalves Goraieb, suspendeu a decisão da 3 Turma e possibilitou o retorno da cobrança em Jacarezinho.
Somente a corte especial, que reúne os 15 desembargadores mais antigos do tribunal, poderia possibilitar um novo fechamento das praças daquele município. ''E foi justamente isso que aconteceu. A maioria dos desembargadores votou a nosso favor. Estou inebriada'', disse à FOLHA a professora Ana Lúcia Bacon, uma das fundadoras do Movimento, depois de acompanhar, em Porto Alegre, o julgamento de ontem.
De acordo com a assessoria de imprensa do TRF-4, a concessionária ainda pode apelar ao próprio Tribunal ou recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Até a noite de ontem, a decisão da corte não havia sido publicada na página eletrônica do TRF-4. Segundo informações da assessoria de imprensa do Tribunal, o juiz Mauro Spalding deve ser comunicado oficialmente hoje sobre o resultado do julgamento da corte. Ele é quem deve determinar o prazo para a Econorte encerrar a cobrança.
O pedágio em Jacarezinho é de R$ 9,70 para automóveis; R$ 4,90 para motos e R$ 8,50 por eixo para veículos pesados. A reportagem tentou contato com a concessionária, mas não foi atendida.
Wilhan Santin
Naquela ocasião, Spalding também multou a concessionária por não orientar os usuários das rodovias que guardassem os comprovantes de pagamento por conta de uma ação judicial questionar a legalidade da cobrança. Em seguida, a 3 Turma do TRF-4 ratificou a decisão de Spalding e as cancelas das duas praças chegaram a ficar abertas nos dias 29 e 30 de junho. Houve festa, com direito a carros de som e hino nacional no local. A cobrança de pedágio foi considerada ilegal em razão da ausência de concorrência pública para a instalação das praças. A decisão judicial dava à Econorte o direito de reativar uma outra praça da concessionária que está na BR-369, em Andirá. Porém, na primeira semana de julho, a presidente do TRF-4, Silvia Maria Gonçalves Goraieb, suspendeu a decisão da 3 Turma e possibilitou o retorno da cobrança em Jacarezinho.
Somente a corte especial, que reúne os 15 desembargadores mais antigos do tribunal, poderia possibilitar um novo fechamento das praças daquele município. ''E foi justamente isso que aconteceu. A maioria dos desembargadores votou a nosso favor. Estou inebriada'', disse à FOLHA a professora Ana Lúcia Bacon, uma das fundadoras do Movimento, depois de acompanhar, em Porto Alegre, o julgamento de ontem.
De acordo com a assessoria de imprensa do TRF-4, a concessionária ainda pode apelar ao próprio Tribunal ou recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Até a noite de ontem, a decisão da corte não havia sido publicada na página eletrônica do TRF-4. Segundo informações da assessoria de imprensa do Tribunal, o juiz Mauro Spalding deve ser comunicado oficialmente hoje sobre o resultado do julgamento da corte. Ele é quem deve determinar o prazo para a Econorte encerrar a cobrança.
O pedágio em Jacarezinho é de R$ 9,70 para automóveis; R$ 4,90 para motos e R$ 8,50 por eixo para veículos pesados. A reportagem tentou contato com a concessionária, mas não foi atendida.
Wilhan Santin
23 outubro 2008
A JUSTIÇA TARDA MAIS NÃO FALHA
NOTA DO FÓRUM PELA SENTENÇA QUE FECHA A PRAÇA DE PEDÁGIO DE JACAREZINHO
O Fórum Popular Contra o Pedágio e as demais entidades congêneres que a ele compõe, regozijam-se pela decisão da Corte Especial do TRF4 que no no dia de hoje em plenária derrubou a decisão da Desembargadora federal Silvia Maria Gonçalves Goreieb, que suspendia a decisão da 3° turma, onde determinava a desativação da praça de pedágio no Município de Jacarezinho e, conseqüentemente, a extinção da cobrança.
Decisões justas e enérgicas, como a presente, faz-nos crer na solução deste malfadado modelo de pedágio que vem assolando a população brasileira. Ressaltamos a participação, da Professora Ana Lucia Baccon do Movimento Fim do Pedágio de Jacarezinho, do Ministério Público Federal, bem como de outros entes e cidadãos que postularam ações e, caminham pela senda de uma sociedade livre, como garantida pela carta constitucional.
A data de hoje é para ser memorada como um marco de cidadania e justiça.
O Fórum Popular Contra o Pedágio e as demais entidades congêneres que a ele compõe, regozijam-se pela decisão da Corte Especial do TRF4 que no no dia de hoje em plenária derrubou a decisão da Desembargadora federal Silvia Maria Gonçalves Goreieb, que suspendia a decisão da 3° turma, onde determinava a desativação da praça de pedágio no Município de Jacarezinho e, conseqüentemente, a extinção da cobrança.
Decisões justas e enérgicas, como a presente, faz-nos crer na solução deste malfadado modelo de pedágio que vem assolando a população brasileira. Ressaltamos a participação, da Professora Ana Lucia Baccon do Movimento Fim do Pedágio de Jacarezinho, do Ministério Público Federal, bem como de outros entes e cidadãos que postularam ações e, caminham pela senda de uma sociedade livre, como garantida pela carta constitucional.
A data de hoje é para ser memorada como um marco de cidadania e justiça.
16 outubro 2008
DIA DE LUTA
Camponesas liberam pedágios em Curitiba
Mulheres da Via Campesina, Assembléia Popular e Movimento Popular de Mulheres de Sarandi, liberaram na manhã desta quinta-feira, cancelas de pedágio das praças de São Luiz do Purunã, Cascavel, Imbaú, Ortigueira, e São Miguel do Iguaçu.
Segundo a assessoria do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), mil mulheres se preparam para participar durante todo o dia das manifestações que marcam o Dia Internacional em Defesa da Soberania Alimentar.
Os pedágios, de acordo com o MST, são um dos principais entraves para a pequena agricultura, porque encarecem a distribuição dos produtos agrícolas, prejudicando os produtores no campo e os consumidores nas cidades. As manifestantes alegam que os pedágios, no Paraná, afetam diretamente o crescimento econômico, pois todas as mercadorias já vêm com o a cobrança embutida.
Da concessionária RodoNorte, segundo a assessoria de imprensa, três praças estão com as cancelas liberadas. As invasões começaram às 8 horas, na praça de pedágio de Imbaú, na altura do quilômetro 377 da BR-376. Cerca de 50 manifestantes ocuparam todas as pistas da rodovia e começaram a canalizar o tráfego de veículos para apenas duas das cancelas da praça.
Num intervalado de meia hora, outros 100 manifestantes invadiram as praças de Ortigueira, também localizada na BR-376, e São Luís do Purunã (BR-277). De acordo com a assessoria, nos três locais, as câmeras de segurança foram viradas de maneira a não permitir a filmagem das manifestantes. As mulheres estão distribuindo panfletos aos motoristas que passam sem pagar tarifa.
A RodoNorte informou que já está ingressando com uma ação de reintegração de posse na Justiça Federal. Enquanto isso, a concessionária recomenda aos motoristas que redobrem a atenção e reduzam a velocidade para evitar acidentes.
Outras duas praças, da região Oeste do Paraná, da concessionária Ecocataratas também estão ocupadas pelas manifestantes. Em Cascavel e no município de São Miguel do Iguaçu.
Agência Brasil
Mulheres da Via Campesina, Assembléia Popular e Movimento Popular de Mulheres de Sarandi, liberaram na manhã desta quinta-feira, cancelas de pedágio das praças de São Luiz do Purunã, Cascavel, Imbaú, Ortigueira, e São Miguel do Iguaçu.
Segundo a assessoria do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), mil mulheres se preparam para participar durante todo o dia das manifestações que marcam o Dia Internacional em Defesa da Soberania Alimentar.
Os pedágios, de acordo com o MST, são um dos principais entraves para a pequena agricultura, porque encarecem a distribuição dos produtos agrícolas, prejudicando os produtores no campo e os consumidores nas cidades. As manifestantes alegam que os pedágios, no Paraná, afetam diretamente o crescimento econômico, pois todas as mercadorias já vêm com o a cobrança embutida.
Da concessionária RodoNorte, segundo a assessoria de imprensa, três praças estão com as cancelas liberadas. As invasões começaram às 8 horas, na praça de pedágio de Imbaú, na altura do quilômetro 377 da BR-376. Cerca de 50 manifestantes ocuparam todas as pistas da rodovia e começaram a canalizar o tráfego de veículos para apenas duas das cancelas da praça.
Num intervalado de meia hora, outros 100 manifestantes invadiram as praças de Ortigueira, também localizada na BR-376, e São Luís do Purunã (BR-277). De acordo com a assessoria, nos três locais, as câmeras de segurança foram viradas de maneira a não permitir a filmagem das manifestantes. As mulheres estão distribuindo panfletos aos motoristas que passam sem pagar tarifa.
A RodoNorte informou que já está ingressando com uma ação de reintegração de posse na Justiça Federal. Enquanto isso, a concessionária recomenda aos motoristas que redobrem a atenção e reduzam a velocidade para evitar acidentes.
Outras duas praças, da região Oeste do Paraná, da concessionária Ecocataratas também estão ocupadas pelas manifestantes. Em Cascavel e no município de São Miguel do Iguaçu.
Agência Brasil
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