29 outubro 2010

Moradores de Xerém não precisarão pagar pedágio na Washington Luiz

A Concer,concessionária responsável pelo trecho Juiz de Fora-Rio, apresentou o projeto que permitirá moradores de Xerém e bairros próximos a não passar pelo pedágio para ir ao centro do município ou ao Rio de Janeiro.

A nova pista será de subida da Rodovia Washington Luiz, a BR-040, de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, até Petrópolis, na região serrana. A construção da nova pista começa em janeiro de 2011 e vão até 2013.

Na audiência pública realizada na Câmara Municipal de Duque de Caxias nesta quarta-feira (27), o presidente da Concer, Pedro Jonnson, detalhou a obra, que irá construir o maior túnel rodoviário do Brasil, com cerca de cinco quilômetros de extensão, que cortará a serra até Petrópolis, segundo a prefeitura de Duque de Caxias.

O projeto foi aprovado pelos vereadores e pela população presente e foi estabelecida a criação de um fórum permanente para acompanhar o desenvolvimento das obras da nova pista.

Fonte: Noticias R7

Vamos ficar de olhos bem abertos para ver se a concessionária vai cumprir o acordo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Esse País virou juridicamente uma bandalha, a justiça acerta com a decisão de Xerem, de Teresopolis que tambem teve o mesmo destino o pedagio, e em vários outros locais onde as praças de pedagio são absurdamente ilegais.
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No entanto o que estava feito em Resende foi de$feito, e o maior dos absurdos continua impune que é o PEDAGIO DA AVENIDA CARLOS LACERDA no centro da cidade do Rio de Janeiro.
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Tudo leva crer que no judiciario Brasileiro vale quem PAGA MAIS !!!

Anônimo disse...

infelizmente no Brasil manda quem pode. Não digo em relação ao poder de cargos comissionados ou concursados (auotoridades) e sim de quem detém do poder da moeda. É impressionante o que as concessionárias fazem para se manter iligais nas rodovias. O poder de liminar que elas tem para explorar indevidamente os cidadãos que utiliza das rodovias para trasitarem para trabalho, educação e saúde e terem que pargar valores abusivos pela sua utilização. Alguns processos nas mão de ministros pra serem julgados e ficam engavetados sem motivos nenhum e que ja deveriam ter sidos julgados.
Esperamos que esses processos barrados em tribunais sejam justamente corrigidos das ilegalidades que a mentém funcionando, concessionárias visam claramente o poder econômico particular, ao invés de uma qualidade do serviço prestado.

Anônimo disse...

Estou tentando achar a reportagem que passou na TVB Campinas.
Alckmin foi perguntado quando quer iria rever os contratos de pedágio, conforme prometido em sua campanha...
a resposta do campeão foi que os municípios recebem 5% de ISS, e o resto dos impostos são todos para o Governo Federal, é 0% de ICMS para o governo estadual... logo... é o Governo Federal que tem que fazer algo, ele nada.
1 dia após o fim das eleições do segundo turno.
O PT deveria gravar essas notícias para o futuro.

Anônimo disse...

DISTRIBUIÇÃO DE PROCESSOS DO MP É MANIPULAVEL


A distribuição dos processos que tramitam pelo Ministério Público do Superior Tribunal de Justiça poderia ser manipulável. É o que consta no e-mail enviado a colegas pela subprocuradora Elizeta Maria de Paiva Ramos, que renunciou na segunda-feira (25/10) ao cargo de coordenadora de distribuição de processos do MP do STJ.
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A informação é da coluna Radar On-line, da revista Veja.
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O colunista Lauro Jardim conta que no dia seguinte a sua demissão, Elizeta enviou um e-mail a colegas da cúpula da instituição e ao chefe Roberto Gurgel. Na mensagem, ela relata ter se deparado com a “suposta possibilidade de se manipular a distribuição de processos a procuradores preguiçosos”, escreve o jornalista.
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Há um procedimento no tribunal chamado parecer-padrão. Trata-se de escrever manifestações idênticas em causas com entendimentos jurídicos consolidados. Os subprocuradores simplesmente chancelam as causas. Segundo pessoas próximas a Elizeta, ela deixou o cargo porque não conseguir acabar com o procedimento. Ela teria descoberto fraudes na tática. “Subprocuradores estariam usando o expediente para casos inéditos – o que é derrota na certa no tribunal”, conta o jornalista.
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No recurso dos assassinos dos fiscais de Unaí, por exemplo, a prática teria sido adotada. Hoje, boa parte dos acusados está em liberdade pela Corte.
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A coluna reproduz, ainda, falas de Elizeta sobre a vulnerabilidade os processos antes da implementação da distribuição eletrônica. “O sistema anterior (manual), como é do conhecimento de todos, permitia uma manipulação na distribuição, um controle político, digamos assim, do processo”, ela escreveu na carta. Também disse que “é público e notório que aqui nessa mesma Casa poucos têm sido cobrados por sua inércia, por faltarem aos deveres funcionais. Ao contrário, são cobrados aqueles que procuram fazer alguma coisa”.
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Segundo Elizeta, subprocuradores se vangloriam dos estoques de processos zerados. Na coordenadoria do STJ, quando ela assumiu, havia mais de 5 mil processos aguardando distribuição manual.
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A assessoria de imprensa da Procuradoria-Geral da República procurou Elizeta, mas ela não teria concordado em se pronunciar. De acordo com ela, a renúncia se deu por divergências de opiniões com membros do conselho superior do MP. O próprio conselho superior, órgão administrativo da PGR, barrou a tentativa de acabar com os pareceres-padrões.
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http://www.conjur.com.br/2010-out-30/distribuicao-processos-mp-manipulavel-ex-subprocuradora